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Arquivo do mês: fevereiro 2012

Jussara e a viagem do Capitão Pickles 07

Diário de Bordo 036

Data Galáctica 482

Capitão James Pickles

Acordei em meus aposentos cerca de 18h após o acontecido trágico ou cômico. Minha última lembrança era uma pedra ameaçadora me atacando e então cai de boca no meio das pernas de Spika. A equipe pontal me relatou que fomos atacados durante uns 10min após a perda de gás da Dra. A Jussara lutou bravamente e segundo Omeu, Paulo, Tris e Elo, durante alguns segundos eles tiveram a impressão de que a nave se esquivou sozinha, isto é, sem o comando dos homens da cabina de comando. Meu trono havia se partido em dois. Puta merda. O relatório geral era catastrófico, fui informado que diversas bebidas se perderam.

Fui chamado na área dos arquitetos e me pediram para colocar uma roupa de luto. Como sou o capitão, não fiz desfeita, botei meu capote negro e  segui. Ao chegar na área dos arquitetos, percebi que ela estava aberta e um público grande entrava e saía do recinto. Os jogadores estavam com capotes pretos de lã, os mineiros com capas negras de borracha, os judocas de quimono negro, os engenheiros com estátuas de anjos negros na mão entre outros com alguma peça de roupa negra. Descobri que a solenidade era para E3, a boneca inflável da Monique Evans 03 do grupo. Ela havia salvado Desmójenys da morte usando seu corpo para amortecer sua cabeça contra uma parede de aço. Apesar da alegria do grupo em ver seu amigo vivo, uma tristeza se abateu sobre todos ao ver a 03 murcha e morta embaixo do colega. Durante 2h foram cantadas músicas que ela adorava, foram recitados poemas, dramatizações de um tal de xequispere e danças ritmadas fecharam a solenidade. Puta merda.

Diário de Bordo 037

Data Galáctica 483

Capitão James Pickles

Acordei em meio a muita luz. Todos os sistemas do meu quarto haviam sido ligados. A música de Amado Batista tocava gloriosamente ao fundo. Ao tentar levantar coloquei minha mão sobre algo macio e quente. Spika estava amarrada e com uma garrafa de vinho do porto enviado no rabo. De novo este sonho maldito. Ignorei a cena, levantei e fiz o de sempre que o véio Pickles sempre faz. Ao voltar, a cama estava lisa e sem a visão aterradora de Spika. Fui ao médico, fiquei preocupado com as paranoias espaciais. No corredor me assustei ao ver um pinico usado passando pela nave batendo na lateral e derramando mijo nos vidros. Me desesperei, corri para o setor médico ainda mais rápido. No fim da última curva havia uma janela redonda tipo escodilha de navio, não resisti e olhei. Puta merda. Ví uma cama de casal desarrumada e embaixo dela um cara agarrado já congelado dando girinhos até espatifar contra o vidro. Puta merda. Estou ferrado, estou no último de loucura. Pedi aos médicos para ficar em coma, mas não permitiram tal coisa. Entrei e desespero. Corri pela Capital, roubei bebidas e café. Derrubei pessoas, roubei comida e corri, corri muito, para bem longe onde ninguém pudesse me achar. Que merda, havia me esquecido onde estava. Expulce… expuls.. bom mandei os pontais saírem. Fiquei só na ponte. Remendei meu trono com durex e palitinhos de picolé e fiquei refletindo sobre a vida. Como era fantástico o espaço vazio. Você não vê nada durante horas e sabe que nas próximas horas também não verá nada. Ai você se frustra e bebe. Então seu subconiente começa a criar coisas legais. Então o espaço é preenchido e a coisa toda aparece. Eu vi pela primeira vez as imagens do universo secreto. O balão mágico pilotado pelo bozo e animado pelo Sérgio Malandro cruzou o nível 01 dos estrados das películas desveladoras do espaço coniente. Raul Seixas sentado em uma cadeira de praia conversava com Paulo Coelho vestido de samurai. Um monstrinho amarelo que falava sempre a mesma coisa tipo pika seu lá o que cruzou o horizonte de provalidades soltando raios. Finalmente a voz me falou comigo. Eu estava no nível 02 de entropia máxima com o mundo aberto do espaço. Comecei a sentir que Jussara podia se comunicar comigo.

Diário de Bordo 038

Data Galáctica 483

Capitão James Pickles

Quando Spika abriu a porta com um grampo de cabelo, disse ter me encontrado com todos os cabelos do corpo em pé, completamente bêbado, chapado e com um charuto acesso enquanto tentava botar as calças. Após a situação inusitada, ela disse que olhei em seus olhos e disse que Jussara é muito mais gostosa. Fui levado para um banho urgente e uma desinto.. desintoq… eles me levaram para fazer uma lavagem. Analisando o painel, Spika disse que havia uma peça faltando e no lugar dela havia apenas um buraco todo melado…

Diário de Bordo 039

Data Galáctica 484

Capitão James Pickles

Durante minha viagem no mundo interno de mim mesmo, descobri coisas sobre mim que eu não sabia. Infelizmente ao retornar para o mundo real me esqueci de tudo. Puta merda. O que sabia realmente era que Jussara havia falado comigo, mesmo antes do padrão Zeta em que mergulhei. Tenho certeza de que o latão é algo mais especial do que imaginava. Estes meus relatórios podem não ter sentido para vocês, mas, tenham certeza de que a tripulação pensa muito diferente. Eles acham que eu fiz uma viagem dimensional. Não sei o que é, mas parece importante. Penso que seja algo com frescor, algo grande e com frescor, uma refrescância ou algo largo pacas. Sei lá. Na verdade, não tenho que pensar nisto, sou o capitão. Deixei esta experiência a cargo dos jogadores. Me prometeram que em pelo menos 60h padrão conseguem uma resposta. E tudo isto antes do bós final (não faço ideia do que significa, mas prometeram repostas). Os engenheiros acham que estou louco e que devia ser amarrado do lado de fora do latão por uma 4h para voltar a sí. Relutei é claro, imagina se sou atingido por um pinico ou cama espacial, tudo é possível depois do ataque das pedras assassinas. Obviamente estes comentários me custaram 03 dias de internação sem visitas. Neste período sofri com a falta de álcool no corpo. Spika havia assumido o comando. Quando retornei curado e seco por um trago tive um choque anazilático. Toda a nave havia sido pintada de rosa e todas as portas eram transparentes. O perfume de rosas selvagens estavam por todos os lados. Meu trono do Grande Rei Arturo, agora era o trono da She-ra. Puta merda. Torci para que tudo fosse minha paranoia aguda. Então um dos mineiros entra na ponte de colam rosa com óculos de borboleta. Pedi aos homens que me levassem de volta ao soro. Pensei estar acordado, mas infelizmente estava mesmo.

Diário de Bordo 040

Data Galáctica 490

Capitão James Pickles

Mergulhado em um tanque de vodca barata da zona 03, naveguei por um mar estranho, cheios de raios coloridos e barcos feitos de linhas que brilhavam. Destes barcos saiam homens que pulavam e brilhavam muito. Ao brilhar se transformavam em coisas que voavam coisas e que corriam sobre a água deixando um rastro de luz. Havia ilhas de quadradinhos brilhantes com homens de luz jogando truco e jogo do osso. Quando atraquei no porto de árvores de vidro várias pessoas me olhavam e me chamavam. Reconheci seus rostos, principalmente o rosto com olhos de fome. Finalmente acordei. Estava estirado no centro clínico. Omeu disse que após me assustar com a pedra que bateu no vidro da ponte dei com os cornos no banco onde estava Spika. Fiquei resmungando e falando sozinho durante dias. Cheguei a levantar e escrever relatórios para depois voltar ao coma. Puta merda. Consegui viajar por dentro da nave. Aliviado do trauma assumi minhas funções rotineiras. Lá pelas d3 da madrugada (dentro da nave) fui roubar uma goroba na Capital e tenho certeza que ví um mineiro correr de colam rosa atrás de um jogador com roupa de He-Man. Puta Merda…

Licença Creative Commons
O trabalho Jussara e a Viajem do Capitão Pickles de Alexsandro Barbosa Costa foi licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição – NãoComercial – CompartilhaIgual 3.0 Brasil.
Com base no trabalho disponível em www.zykonn.wordpress.com.
Podem estar disponíveis autorizações adicionais ao âmbito desta licença em http://www.portalgeobrasil.org.

 

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Publicado por em 14 de fevereiro de 2012 em Estudos e Bases, Internet & Tecnologia, Uma sociedade melhor

 

Jussara e a viagem do Capitão Pickles 06

Diário de Bordo 031

Data Galáctica 478

Capitão James Pickles

Ainda não conseguimos contato com a base, mas durante 8h registramos um rastro de coisas que ainda caiam da Jussara. Não se trata de material interno de dentro nosso, mas, coisas que vieram agarradas (arrastamos) desde o lançamento fantástico para o estar óchan (poético hein?). A Nave suportou bem a decolagem, na realidade foi a base que não suportou bem nossa heroica decolagem. Fazer o que né? Ninguém manda montarem um suporte de nave barato. Quando escrevia este relatório tenho quase certeza que vi um pinico passar por minha janela, mas… deve ser impressão minha. Imagine um pinico cheio de mijo voando pelo espaço. Só eu mesmo.

A primeira coisa ruim do espaço sinderal ou citeral, não importa, é o repu no estrômo. Parece que você não tem nada dos dois lados (de dentro e de fora) e o frio de lascar. A exibida da Spika passou voando por mim com aquele olhar de fome de novo. Puta merda. Eu aqui agarrado no meu trono e os manipuladores do latão amarrados a pedra ferro nos bancos de bolicho e esta puta dando bandinha voando como se fosse um plaicenters. Mandei ela descer de uma forma ríspida de macho. Ele obedeceu na hora e caiu no meu colo. Puta merda.

Desci com Spika até a sala do forno e pedi aos responsáveis para liberarem a água quente nos canos para aquecerem esta lata véia antes que meus dedos e sabe lá o que mais ficassem duros. Perto da Spika teria que ser apenas os dedos para não dar problema. Ouvi boatos de que um camisero e um carro de boi haviam sido avistados na traseira da nave. Os médicos informaram que é alucinação do espaço. Isto irá passar assim que nos acostumarmos com o clima interno.

Fiz um túr pela nave para dar parabéns a todos e incentivar os homens para a longa e talvez eterna viagem. Tive a impressão que não estavam interessados em minhas palavras, tive a impressão que não estavam prestando atenção em mim em nenhum momento mais. Seria o uniforme de médica espacial de laicra translúcida da Dra. Spika? Ser for, são realmente uns animais machistas.

Os jogadores, devido sua grande perda com a inclinação da nave e depois no combate contra os internos, estavam criando novos dados derretendo seus repositórios de lego. O que havia sobrado foi usado na reconstrução do Castelo do Vingador, agora meio quadrado e colorido. Na minha opinião, bem mais divertido. Um novo Inn e uma pequena vila chamada espeicitáum foi criada na sua área, ocupando todo o espaço. Parece que você sai da nave e entra em outra coisa (realmente em outra coisa, menos uma vila) que eles dizem ser uma reprodução fiel da vila do Conan o bárbaro. Deixa assim.

Encontrei os arquitetos em pranto e resmungando algo como um ritual antigo. Parecia uma reza que só eles entendiam. Faziam isto enquanto remendavam suas bonecas da Monique Evans. Tudo rolava bem quando um dos mineiros chupando um picolé de Sadol passou a mão na bunda de umas das bonecas. Uma ira incontrolável se abateu sobre os arquitetos de forma que atacaram ferozmente o mineiro. Pior ficou quando outro mineiro para ajudar o colega pegou uma das bonecas do chão e arrancou sua emenda recém-feita. E ele fez o impensável e cruel: enfiou seu picolé de sadol no buraco. Isto foi o fim do limite dos arquitetos. Durante 1h eles lutaram contra mineiros e judocas que tentavam parar com a esculhambação na zona. Quando a poeira baixou vi novamente um maníaco enterrando pessoas, desta vez mineiros. Como ele faz isto? Puta merda.

Diário de Bordo 032

Data Galáctica 480

Capitão James Pickles

Não existe mais nada preso na traseira da nave e realmente como os médicos falaram, ninguém viu mais coisas absurdas voando na rua. Com a ajuda dos jogadores as bonecas foram remendadas e a situação se normalizou. Porém, por enquanto os arquitetos ficam presos na sua área e podem sair apenas 3 vezes ao dia duramente 20min. Finalmente descobri que tenho uma área maior do que pensava, pois só tinha entrado no meu reservado no escuro ou bêbado.

Um verdadeiro bolicho com tudo que um homem de minha classe pode querer. Tem capacidade para até 8 parceria de copo, equipado com máquinas de comida e bebida, cama rantersaize com capacidade para até 10 pegadas com estoque de coisinhas úteis nas gavetas. Luzes com 6 níveis de ambiente, quadros temáticos do Elvis, Caibi Pechoto, Vando e pasmem: Amado Batista. No fundo do púbis com aquelas cadeiras alta pra cacete que você pode girar tem um pôster do incrível Magal com a rosa na boca (simplesmente dimais).

O tapete verde musgo além de brilhar no escuro ainda possui um sistema de masági fenomenal. A cama gira 360 graus e emite sons de cavalo chucro que deixam o cara completamente loko. Uma pérola da ciência moderna. O mais espetacular visionamento é a capota de vidro, donde posso ver o estar óchan mais lindo de todos. Imagina deitar com uma linda e ainda rodeado de bebidas. Tentem imaginar, não é sonho, seria a glória essselcier de qualquer macho espacial. Concordam?

Assustadoramente ouvi um sim, seria o máximo realmente. Puta merda. Spika estava deitada ao meu lado só de calcinha e com uma garrafa de Natu Nóbilis na mão. Desgraçada. Uma afronta ao capitão da nave. Então ela me olhou com aqueles olhos de fome e apontou pra garrafa rara na mão.

Diário de Bordo 033

Data Galáctica 481

Capitão James Pickles

Acordei com músicas do Magal latejando em minha cabeça. Ao olhar para o lado, vi algo estúpido e intrigante. Spika estava de bruços, pelada e com a garrafa de Nátu Níbilis com o gargalho todo enfiado em seu traseiro. Puta merda. Levantei e fui lavar a cara acreditando que ao voltar nada haveria na cama. Fiz o de sempre e confirmei que no espaço peidar é mais fácil. Ao sair, não havia ninguém na cama e ainda por cima ela estava arrumada. Belezinha, eu tinha tido um pesadelo dos brabos. Sonhei que depois de tomar um porre com Spika soquei a garrafa de Nátu Nóbilis em seu traseiro enquanto ela dançava Magal e Amado Batista com uma flor na boca. Puta merda mesmo.

Fui até a capital pegar um pão com mantega borbulhando e um café espeice pelando. Sai tinindo com a xícara com a foto da Jussara pintada (horrível, péssimo artista) e corri para a ponte. Os homens da ponte, exatamente oito, estavam em suas posições pilotando o latão sentados nos bancos e com suas pedras ferro presas a cintura. A ponte é habitada por: Altamir, Vladisley, Omeuvaldo (puta merda), Grosserindo, Jadisleidison (Puta merda), Elomalino (di novo), Trisverincio (ai) e Pauloromeudison (KCT). Para facilitar nossa comunicação encurtei seus nomes deixando nossa relação pontal mais agradável. Assim, os chamo: Alta, Vladis, Omeu, Gross, Jadis, Elo, Tris e Paulo. Simples para todos e muito mais humano não acham?

Diário de Bordo 034

Data Galáctica 481

Capitão James Pickles

Nossa rota estava travada para um tal de Mártir, eles chamam de planeta, mas para mim, alguém esperto, sei que se trata de algo marcante, de alguém ou alguma coisa que ficou na história. Vamos em busca de água, areia, minerais e saber se seria viável uma área para habitações. Omeu avisou que nossa rota passaria por um cinturão de esteroides e que assim correríamos o risco de ficarmos bombados. Achei o papinho meio estranho e fui me informar com o médicos. Fui informado que apesar da notícia trazer uma certa esperança de corpinho perfeito para esta carcaça véia, fiquei chocado sobre o que aconteceria com meu manche. Ganharia força, músculos, mas meu croquete iria desaparecer. Puta merda. Informei a tripulação que imediatamente iniciou cada grupo seus procedimentos de proteção. Realmente fiquei preocupado com o que testemunhei. Desde meias dentro das calças até supositórios de silicone. Puta merda. Os engenheiros tiveram a ousadia de me chamar de burro e ainda foram mais longe dizendo que não se tratava de esteroides, mas sim de um grupo de asteroides, ou seja, pedras voadoras que iriam se chocar com a nave e nos matar. Puta merda. Fiquei cerca de 5 minutos os olhando fixamente nos olhos sem dizer nada. Fiquei pensando como pedras voadoras estariam paradas no espaço nos esperando. Elas se jogariam contra nós? Não faz sentido algum. Acho que os engenheiros estão paranoicos. Vladis me chamou na ponte para ver uma cena fora do comum. Fiquei besta, pois, os engenheiros estavam certos. Um grupo gigantesco de pedras voadoras, paradas todas ali. Elas estavam quetas, nos olhando, prontas para dar o bote do cusco magro. Pelo comunicador pedi silêncio a todos enquanto Gross e Jadis  manobravam o latão de forma lenta e silenciosa. Se uma delas nos ouvisse ou se batêssemos em uma delas, seria o fim.

Diário de Bordo 035

Data Galáctica 481

Capitão James Pickles

Durante 2h ninguém sequer piscou ou suou dentro do latão. Passamos lentamente por seres de pedra horríveis, algumas maiores que a nave e outras do tamanho do meu dedão. Todas com caras horríveis que realmente lembravam pedras. Algumas giravam lentamente em torno de si mesmas, estavam sonhando com certeza. Tenho quase certeza que uma piscou em seu sono. Quando estávamos quase saindo daquele pesadelo espacial Spika sentada em meu trono solta um peido de chamar gado. Puta merda.

Gross começou a rir e se distraiu batendo em uma das criaturas. Imediatamente elas começaram a se mover e a bater alucinadamente na Jussara. Eles começaram a girar e girar violentamente se jogando contra a nave. Tombei e dei com os cornos no vidro da frente. Uma pedra me olhou nos olhos e bateu com força me jogando contra meu trono com a cabeça no meio das pernas de Spika. Pensei se algo me atacasse, se algo poderia sair daquele lugar. Apaguei…

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O trabalho Jussara e a Viajem do Capitão Pickles de Alexsandro Barbosa Costa foi licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição – NãoComercial – CompartilhaIgual 3.0 Brasil.
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2012 em Outros Bagulhos Legais, Uma sociedade melhor

 
 
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