UM PAPO SEM INTENÇÕES A RESPEITO DE RPGS DE CONSOLE PARTE 1

* Não é lista de TOP 10

* Não é crítica de jogos

* Apenas um papo sobre games de consoles

O que você irá ler a seguir não está relacionado a potência de gráficos ou a qualidade dos jogos no console A ou B, mas sim, sobre os jogos em si, o que eles conseguiram  na sua ÉPOCA  me transmitir, me fazer sentir ou pensar. Minha opinião não está calçada em gráfico ou console, mas no conjunto (gráfico + som + história + aprofundamento lateral). Não me importa se o gráfico é melhor em tal jogo, mas sim, se o gráfico e as cenas não interativas ajudaram o conjunto de forma a tornar a experiência mais crível, mais profunda. O som não menos importante é apreciado nos backgrounds, nas partes da história com mais ênfase e inclusive em detalhes secundários (para alguns é claro) como sons de veículos, armas, ambiente e etc. A história como não poderia ser de forma alguma não considerada é o núcleo da coisa toda. Eu não fico satisfeito apenas com a história geral, aquela que guia o jogador para o final do jogo, mas, fico de “olho” nas entrelinhas, nas histórias secundárias, na história dos personagens, na história dos lugares, na ligação inteligente da quests com a main quest e ai por diante. O aprofundamento lateral seria justamente os detalhes que não importam para a quest principal ou sequer tem utilidade para lhe tornar mais forte ou algo do tipo, mas sim, apenas para tornar o jogo mais real, mais orgânico. Detalhes do tipo não haver clima, ciclo de dia e noite, o personagem não sofrer mudança física ou pelo menos, trocar a roupa de vez em quanto, só ajudam a tornar o game mais plástico.

Será que os personagens tem família?

De onde vieram e como era a vida antes do início do jogo?

Sendo jogador de RPG de mesa, busco nos jogos de console algo parecido com o que temos em partidas de mesa. Claro que não será possível encontrar 100% da “magica” da mesa, mas, pelo menos, algo que me prenda e me faça debulhar o game até não restar mais nada para fazer. Obviamente este debulhar não está relacionado a troféus ou points ganhos com coisas “bisonhas” como pular durante 2 km, virar no hard em menos de X minutos, subir em cada morro do jogo apenas por subir e etc. Também não me agradam quests inúteis e sem nexo que apenas somam um volume na lista de quests. Em nada adiante um mural cheio de quests no game se elas são ridículas e vazias. Matar 10 raposas para pegar a pele e depois entregar as peças para um mercador em troca de sementes doces para fulano fazer um bolo que em nada tem haver  com a sua história ou a história do jogo (Se lembra Luciano?). Isto sinceramente não faz a minha cabeça. Jogadores de MMORPG que  me perdoem, mas, a grande maioria joga pelo combate grupal e por recompensas e não dentro de um contexto denso, presos a uma história (converse com jogadores de Diablo III ou de WOW por exemplo – O Luciano sabe da história, do WOW, assim, ele não conta nesta minha visão). Não posso criticá-los, pois, alguns jogadores de RPG de mesa fazem o mesmo (o meu amigo Beccon já sentiu na veia isto, tanto como mestre, tanto como jogador), carregam toneladas de livros, fichas  fazem bilhões de cálculos ao invés de criar e jogar crônicas memoráveis. Mais se ouve sobre o número de inimigos enfrentados, do que, uma descrição do lugar e das novidades vivenciadas pelo grupo.

Continuando, existe uma briga de décadas sobre RPGs de PC vs RPGs de consoles, sua jogabilidade, gráficos, quantidade de títulos no mercado e a qualidade dos mesmos. Também não me importa se no PC é mais bonito e a jogabilidade é imensamente melhor, em nada adiante isto, se, o jogo é um lixo tradicional. Como havia dito antes, não importa aonde o jogo rode, importa se o jogo merece ser jogado e “curtido” ao máximo. Também existem uma outra briga a respeito o RPG Offline e do RPG Online, seja ele tradicional ou MMORPG e ainda se o game é JRPG (Japonês) ou ARPG (Americano). A tudo isto ainda some-se o tal estilo Sandbox (mundo aberto) vs Broken World (universo ao pedaços – eu uso o termo, não é oficial).  Este monte de briguinhas faz com que os blogs e os fóruns se entupam de papinhos, muitas vezes ridículos sobre gráficos, que ocultam o que interessa: o jogo é bom afinal de contas?

Respeitosamente, nunca fui muito de jogar no PC, sempre gostei de jogar sentado no sofá de uma forma mais tradicional, apesar das críticas sobre os jogos de PC sempre saírem com um diferencial no que diz respeito ao gráfico e a jogabilidade. O problema era que a cada novo game você tinha que trocar a famosa placa de vídeo, senão, o pc todo. Em contrapartida, nos consoles, os games vão rodar sempre, até o fim da geração. Gosto é gosto certo?

Apesar deste monte de toneladas de variáveis o esquema é o mesmo: afinal de contas o jogo é bom ou não?

Meu primeiro contato com RPG eletrônico foi Final Fantasy VII a menina dos olhos da Square. Nesta época eu ainda estava embasbacado com a abertura do Soul Edge e achava que aquilo era o máximo que poderia ver (bobinho). Então um amigo meu me falou algo a respeito de um Final Fantasy. Na minha linha do tempo de consoles, tive o Snes por muito pouco tempo e não cheguei a ter o privilégio de conhecer Final Fantasy, Star Ocean, Tales of Phantasy e Chrono Trigger na época correta. Enquanto muitos jogadores já cultuavam estes títulos, eu ainda era muito bobinho no que se diz respeito a RPG de console. Apesar de todo alerde sobre FFVII, a falta de vozes e a falta de mãos me deixaram um pouco desapontado. O que chamava minha atenção no jogo eram a CGs e os cenários, além, das memoráveis invocações.

Final Fantasy VII me marcou mais pelas summons (http://www.youtube.com/watch?v=fQcIwL5CG8Y) e pelo Boss final  (http://www.youtube.com/watch?v=U_tFxgxr2YQ) do que o jogo em sí. A história cheia de altos e baixos ficou um pouco ofuscada pela qualidade geral do jogo na época (limite tecnológico).  Quem é fanático por FFVII vai concordar que a cenas de Crisis Core e FFVIIAC arrancaram sorrisos e suspiros. Quem não se arrepiou com a morte de Zack e a forma humanizada de Sephiroth. Imagine um remake de FVII com CGs melhoradas e um mundo aberto rico em detalhes com mais aprofundamento dos personagens. Não adiante um remake com a mesma ideia original. Hoje, Final Fantasy VII apesar de ser memorável na história dos FF não me faria comprá-lo pelo saudosismo.

Joguei na época e apesar da mídia toda em volta do game, não me fez colocá-lo na lista dos meus preferidos. Vale lembrar que estou falando da minha opinião, não estou criticando ninguém e não quero gerar conversinhas bobinhas. Estou apenas escrevendo sobre minha experiência no mundo dos RPGs de console. Concordo plenamente que na verdade quem merecia um remake de gabarito seria FFVI com seu mundo e história, porém, mesmo assim, com um universo plástico. Mesmo com um final longo e bonito, e com diversas mudanças na jogabilidade, FFVIII não trouxe uma história sólida, uma história que me envolvesse e me fizesse idolatrá-lo. O que se tornou memorável foi a CG do baile (http://www.youtube.com/watch?v=_McucXHkgpc)  até hoje imbatível dentro do grupo de jogos que joguei. Talvez em outro game que não tive a oportunidade de jogar exista outra CG de  baile tão bem feita como aquela. Novamente um final bonito e mudo (http://www.youtube.com/watch?v=-qy1GLPOtmY), formado por retalhos dando uma falsa impressão de um final que mostrava uma consequência do fim da história. Um dos maiores finais de RPG de console com uma fraca mensagem apesar da “basbacância” gráfica que na época me fez quase sufocar (forcei). O Final Fantasy IX apenas me deixou marcado devido a nave que parecia a arca do Zé Coméia, do mago Vivi que parecia a Gorpo do He-man (http://www.youtube.com/watch?v=mAc7m9lxUIw) e a música final que tanto em Japonês como em inglês é na minha opinião a mais bonita tanto em letra como em sonoridade (http://www.youtube.com/watch?v=atm0HpnLfSc).  Confesso que as CGs estão entre as melhores da série, mesmo comparando com os atuais FF. Uma das minhas paixões no que diz respeito à inovação e história foi Final Fantasy X, com gráficos supremos na época, este FF trouxe vozes para os personagens, tanto em CGs como em combate. Um mundo quebrado (Broken World) e uma das histórias mais interessantes da franquia. Um final surpreendente que foi estragado pelo FFX-2, que nunca deveria ter saído da gaveta. Além disto a CG da lagoa onde Tidus e Yuna se “fresqueiam” (http://www.youtube.com/watch?v=2LnzYT3cdwM) e a CG do ritual de passagem dos espíritos (http://www.youtube.com/watch?v=jJPhSapqRtw) são as mais lindas que eu testemunhei dentro da linha FF. Porém, esta minha busca pelo RPG mais imersivo começou a me afastar um pouco do estilo FF de ser. Final Fantasy XII trouxe na minha opinião um dos mais interessantes mundos para ser explorado de toda a franquia. Um mundo vasto e muito bonito, com grandes nuances de clima, cidades vivas, mas ainda assim plástico. Trouxe boas CGs e uma história mais adulta e riquíssima, porém colocada fora do jogo. Fui atrás de material e descobri que havia uma enciclopédia sobre o jogo, explicando as guerras e os trechos de texto encontrados no mundo do jogo. Se fosse continuado de forma mais inteligente seria o melhor Final Fantasy da história. Porém, o mundo apesar de enorme, não foi aproveitado, os personagens mais legais não foram aprofundados, alguns tinham até história, mas esta era conseguida por fora do jogo. Para quem leu estes arquivos, teve uma visão completamente diferente do FFXII (O Beccon está de prova do tamanho do caderno sobre o jogo que montei). Final Fantasy XII lembrava um pouco MMORPG e tinha uma história muito interessante, além de locações muito legais (arrisco que até melhores que o XIII). Quando anunciaram FFXIII e começaram a vazar as cenas pensei que seria o melhor jogo de RPG do planeta.

Comprei com sistema de pré-venda e finalmente depois de 15h de jogo surgiu aquele vazio. Um jogo lindo, com um sistema de batalha muito legal, porém vazio. Uma história boa, porém boa e só isto. Nada de vida, nada de aprofundamento, parecia mais um jogo de fase do que um RPG. A promessa seria do aguardado FFXIII-2 que apesar de bem divertido, também estava mais para um jogo de fase longo do que um RPG da nova geração de consoles. Apesar de bonito, FFXIII trouxe uma área mais real apenas no final do jogo, (uma área que bateria o XII de olhos fechados) que apesar de linda, era apenas um lugar cheio de criaturas onde suas missões eram apenas matar bichos. Na sua continuação o grande barato era caçar fragmentos e ir liberando as áreas. Mas longe de algo profundo. Se fosse destacar os mais queridos da franquia, sem sombra de dúvidas citaria FFX e FFXII. Mas se eu disse que FFVII tinha uma história cool, porque não citá-lo?

Conheci FFVI fora da época e apesar da história ser boa, o conjunto tecnológico que envolve o projeto não me permite vê-lo com os olhos da época. Talvez se tivesse jogado ele na época certa, hoje ele estaria em minha memória com aquele efeito de maquiagem especial que nos faz lembrar de algo fantástico mesmo não sendo. Se FFVII fosse trazido de volta do passado com o visual das CGs de Crisis Core e a profundidade fosse mais trabalhada, talvez minha opinião mudasse. Não é somente lançar um Final Fantasy VII com gráficos atuais com a mesma mecânica do jogo antigo, teria que ter um sistema mais livre, com quests mais profundas, já que o universo dele hoje está gigantesco com várias variáveis a serem usadas. Alguém jogou Dirge of Cerberus?

Quem jogou se lembra de Kalm Town vista a partir de dentro, com um cuidado todo especial deixando transparecer a cultura local, algo que não se imaginava no game original. Sacaram do que estou falando?

Somente depois da CG de Crisis Core é que se tem uma ideia mais concreta da morte do Zack. Aquela CG é tão profunda que te faz lembrar do jogo com aquele visual, um novo nível de construção da memória do jogo (baba aqui: http://www.youtube.com/watch?v=Q8Z5oVNVUOc). Como disse antes, não é só o gráfico ou a CG, mas, o roteiro e a arte associada ao todo que fazem algo se tornar mais inesquecível. Depois de Assistir FFVIIAC, assistir as CGS de Crisis Cores e jogar Dirge of Cerberus, o conjunto da nova visão (http://www.youtube.com/watch?v=s1TXMFaODLA) fornecida por um novo grupo de CGs faz com que apesar de não ser, FFVII se tornasse imersivo (morte da Aeris). Até você ira jogar o game original. Alguns sábios criaram Mods para a versão do PC melhorando o visual, porém não conseguindo modificar a alma plástica do jogo.

Seria esta a queda do JRPG?

Apesar de ainda tentar dar crédito, os ARPG estão superando os JRPG no que diz respeito à imersão e a profundidade da história.

Mas falei apenas de FF e o RPG não é formado apenas desta franquia. Fiquei espantado ao jogar um tal de Tales of Phantasy onde os personagens falavam os seus golpes e conversavam quando estavam no mapa do mundo, além de, ter vida em eventos. No início do jogo, por exemplo, o personagem principal grita de dor ao ver a mãe morta. O Arqueiro do jogo treina à noite, eles têm casa, família e uma das mulheres do grupo fica cantando os homens. Inclusive ela toma um porre em um barco de transporte e sonha que estão transando com ela (http://www.youtube.com/watch?v=-zUYhYTY0ng). Os detalhes das casas que possuem até mesmo os banheiros (invisíveis na maioria dos jogos). Mesmo com uma mídia inferior (pelos menos por aqui) e sendo um JRPG, ele conseguiu ser menos plástico que Final Fantasy. Infelizmente esta pérola do JRPG durou até o terceiro título, onde passou para um novo patamar e acabou por perder o “espírito” da trina primordial. Na sua terceira versão, além de tudo que já havia de interessante foi incluído o ciclo de dia e noite. Ainda assim bem plásticos, mas, com características mais sofisticadas de humanização do que FF até os dias de hoje.

Outro jogo muito importante que devo comentar foi Xenogears, com um gráfico horroroso mesmo para época e uma jogabilidade digamos bem porca. A única coisa que salvava o game era a história, muito boa diga-se de passagem. O que marcou foi o enredo sobre reencarnações, muito bem trabalhada e até complexa. O mesmo ocorreu com os demais jogos da franquia, chamados de Xenosaga fora das mãos de Square. Muito enredo e só. Mas, não podemos simplesmente esquecê-los. Dentro dos RPGs jogados pela minha simples pessoa, o enredo de Xenogears é tão bom quanto o de Chrono Trigger. Falando no dito cujo, está pérola foi jogada no psone em inglês com cenas em anime. Se tratando de enredo, dinâmica e finais, sem comentários. Só quem jogou sabe o que teve nas mãos. Uma tentativa de continuação visualmente linda chamada Chrono Cross tentou emplacar, mas em comparação ao sem antecessor, foi um fiasco. Um monte de quests fracas, 300 personagens (ahahaha) e uma historinha meia boca. Lembrando do traço do Chrono Trigger, existe outro RPG das gerações atuais chamado Blue Dragon. Muito legal para quem suporta a plasticidade JRPG. Nesta categoria, diga-se de passagem ele é muito competente. Mas, é mais do mesmo (mas jogue antes de dizer que é uma mer…). Gostaria de comentar um pouco sobre um RPG anônimo chamado Granstream Saga do Psone, um jogo tão pobre que os personagens nem rosto tinham. Você só conhecia o pessoal pela capa do jogo e pelas cenas tipo anime no decorrer do jogo. Beleza, mas o que te marcou neste lixo então?

Escolhas e realidade dura e crua. Teus amigos vão morrendo até o boss final (http://www.youtube.com/watch?v=ExKrXqHgB_E). Porém na finaleira sobra apenas duas minas importantes e você tem que sacrificar uma (PQP) para o fim do jogo. Isto me bolou muito na época, assim como o final do Tenchu (http://www.youtube.com/watch?v=gwkZZD6rCCA) onde pessoas que você se apega durante o jogo morrem (alguém falou Aeris?). Assim, apesar de podre, eu nunca mais esqueci. Não posso também esquecer da Lenda do Dragão (The Legend of Dragoon) onde personagens morrem e ficam doentes e a equipe é modificada (http://www.youtube.com/watch?v=09RCdMDWRLo). Outra pérola japonesa com novidades na jogabilidade e final não feliz. Estes jogos que te marcam pelo não convencional, pela mesmice no rumo da história.

Alguns vão me crucificar (Né Carlos e Maurício), mas de Parasite Eve só me restou a memória das morfoses. Para o Luciano o tédio de um final de letrinhas depois de subir a droga do edifício sem save (é tua mano!). Pessoal, o jogo era mudo e apesar do ótimo visual era um pouco sacal. O segundo então, não tinha muito nexo até a abertura foi feita com motor do jogo. Virei os dois, mas como disse, o que marcou foi apenas as morfoses e a fuga do navio no primeiro.

Star Ocean do Psone foi bonito e inovador no sentido das ações privadas (já existiam na primeira versão do SNES). Porém, mais um joguinho legal e bonito. O mesmo ocorreu com o do PS2 e com o da nova geração. Muito, mas muito plástico, mas divertido devido as paqueras, piadas dentro da nave, construtor de itens e diversos finais. Aliás o final do Star Ocean The Last Hope é gigantesco. Grande, bonito e até interessante. Digamos que tenha valido o tempo perdido, Já o pós ending é chato, ao menos para quem não curte arenas e mapas entupidos de inimigos. Um novo boss, mas sem conexão nenhuma com a história ou com qualquer coisa. Apenas desafio.

Na lista dos RPGs plastificados ainda entram Lunar, mesmo a versão remake ainda é casca de jogar, Grandia com uma boa história, mas muito, mas muito duro de jogar (parabéns para quem conseguiu ir até o fim). Grandia tem aquele defeito japonês de colocar humor aonde não precisava, mas tudo bem. Ainda assim é um JRPG jogável. Um que não consegui jogar foi Legend of Legaia. Que jogo sacal, cada combate demorava 300 anos, mas a história dizem que compensava. Novamente parabéns a todos aqueles que conseguiram terminar sem manha (favor comentar a respeito do jogo, mostrando o que se pode tirar de bom dele). Vale lembrar que não quero bobeirinhas, se for comentar defenda seu game ou contribua com um game que não joguei).

Wild Arms que rolou meio de lado entre os gamers, tem uma história meia boca e toneladas de quests, principalmente o 2. Não era ruim, mas mais um JRPG tradicional como Arc de Lad, também muito legal para quem suportava JRPG. Na época eles eram o que se tinha de mais sofisticado e esperado. Porém, algumas franquias foram enfraquecendo com os novos títulos, veja o caso dos Final Fantasy e dos Tales.

No próximo papo quero falar de Alundra (muito FDP), a miséria de Alundra 2, Legend of Mana (Uma obra prima visual), Os estranhos Saga Frontier, Vangrant Story, FF Tatics e Breath of Fire, que foi destruído depois do polêmico 3. Também vou falar um pouco sobre Rogue Galaxy se der…

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