Jussara e a Viagem do Capitão James Pickles – Saga Estar Óchãn III – Em busca do Coiso

Pickles

Publicação 14– Capitão James Pickles e o Estár Óchãn III

Diário de Bordo 53

Data Galáctica 525

Capitão James Pickles

Após a afloramento dos meus poderes boçais e da colocação mentálica do Coiso nas minhas visões sobre o futuro plástico do ultrauniverso condessado e a chave para a abertura da nova vida para a humanidade (mazaaaaa), traçamos curso para Z-Karoteno Tang em busca de pistas do Coiso. Para que se entenda melhor, o Coiso é uma porta que se abre para uma dimensão eletrovalente onde existe uma chave. Esta chave abre a mente dos homens mortais e iguinorantis para que uma nova era se abra sobre a vida humanizada do universo trínico (puta merda, daondi eu estou tirando isto). Assim, devemos ir em busca de pistas do Coiso e avaliar a sua importância para nos abrir a porta principal das doze casas. Antes de chegarmos a Z-Karoteno Tang vamos parar em um planeta que somente eu sei que existe graças aos meus novos poderes: Planeta Texugo.

Segundo os mestres que cantam me passando informações, este planeta agrícola é uma reflexão da minha mente campeira. Assim, posso chegar lá sem problemas e estabelecer uma relação harmônica de nível 20 (não entendi bulhufas). Em Texugo vamos abastecer Jussara, recolher alimentos e falar com a grande Pemba, o sábio local. Pemba vai nos introduzir novas coisas e nos fornecer uma mapa galáticu para nos guiar no estar óchãn.

Decidi acabar de um vez por todas com o enterrador. Chamei 02 judocas (Rikaru e Amaru), 08 érepegistas (June, Cloud, Tidus, Alicate, Squal, Cemifordes ou  algo assim, Agaceróstercos, puta merda e Ratsetipúdis). Peguei dois mineiros (Atalítuis e Pedrorcus) e finalizando 03 fazendeiros (Galópodis, Nocturnes e Ceraphinus). Onde esta gente arranja estes nomes?

Seguimos para a ala sul, mas antes demos uma pingada marvada na canha JURACI e seguimos com toda a força para o leste. Depois de duas horas nos lembramos que iríamos para o sul. O enterrador já tinha feito 34 vítimas e por pura burrice ele enterrou as criaturas nas terras estercais que eram jogadas para fora da nave. Derrepente nos tínhamos ao redor de Jussara uma mortosfera (papo dos especialistas). Isto nos levou a tomar esta drástica ação conjunta. Os érepegistas calculcaram uma fácil cuésti de 4h com duas paradas no Inn e pelo menos uma upagem de 03 lévels (puta merda). Durante 30 min eles ficaram se bufando (sei lá o que quer dizer) e ao tocar nos demais disseram que todos estávamos prontos. Dois rílers, um tânquer, quatro faiters e um suporter.

Encontramos o enterrador e a peleia foi das brabas. Usando os meus poderes eu consegui salvar dois da nossa equipe, o resto morreu. O Enterrador chegou ao ponto de enterrar um membro da equipe dentro do outro. Vencemos dramaticamente quando invoquei o som de Vando e o passinho de Magal seguido do Super Nova do tal Cemifordes que se desmanchou depois do ato de bravura. Para honrar nossos companheiros, enrolamos seus corpos em papel celofane de muita qualidade com uma barra de flus de vaso em cada mão. Os caixões foram feitos do melhor latão disponível na Jussara. Para honrar sua luta, todos foram ejetados da nave no mesmo latão para simbolizar a amizade. Eu estava tão emocionado que jurava ter visto alguns dos mortos com cara feia e reclamando do aperto. Mas, sabem como é a emoção, faz isto com as pessoas. Não só eu, alguns dos convidados da cerimônia dizem ter ouvido várias vezes algo como filho da puta, calor do cão, tira isto da minha boca. Mas todos estavam emocionados e concordaram que tudo não passava de alucinação.

O enterrador foi petrificado e enterrado na ponta da nave indicando para frente como item decorativo. De volta a ponte ao longe avistamos alguma coisa, mas para mortais normais parecia uma pedra gigante. Para mim era Texugo. Dizem que as vacas de Texugo fornecem um leite estupendo para um café mais saboroso. Jussara tentou argumentar sobre ser uma pedra, mas impús meu poder e mandei ela travar o curso para Texugo. Depois de 32h chegamos a tal pedra e realmente era um asteroide mas a partir dele Texugo era visível. Um planeta tapado de musgo com uma atimosfera gosmenta de doce. Jussara ficou toda melada e começou a falar coisas eróticas e se torcer toda. Além disso ela e Spika entraram numa tal de resonância e ficavam dizendo besteiras. Spika ficou pelada e… deixa pra lá, coisas de mulheres. Bom,  pousamos em uma planície marrom. Ao descer descobrimos se tratar de bosta de porco. Puta merda.

Texugo me espera…

Licença Creative Commons
O trabalho Jussara e a Viajem do Capitão Pickles de Alexsandro Barbosa Costa foi licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição – NãoComercial – CompartilhaIgual 3.0 Brasil.
Com base no trabalho disponível em www.zykonn.wordpress.com.
Podem estar disponíveis autorizações adicionais ao âmbito desta licença em http://www.portalgeobrasil.org.

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