Um papo sem intenções a respeito de RPGs de console – Parte 7

Ninokuni_610

 

* Não é lista de TOP 10

* Não é crítica de jogos

* Apenas um papo sobre games de consoles

Agora lá se foram mais de 100h em Ni No Kuni!

No post anterior eu já tinha dado uma geral do game e agora volto para complementar algumas coisas. Os familiares que parecem Pokemons possuem duas evoluções: uma do nível básico para o médio e depois do médio para o avançado. A evolução para o nível avançado ou final tem dois caminhos, ou seja, gera duas evoluções diferentes. Para ter os dois, vocês terá que capturar outro familiar e fazer suas evoluções novamente até o final e escolher um caminho diferente. Este sistema lembra a evolução dos familiares no Castlevania Curse of Darkness do PS2. Conforme você vence batalhas seu familiar ganha pontos de experiência e sobre de nível. O Nível melhora os atributos e abre novos slots para especiais. OS especiais são adquiridos via ganho de nível ou joias comestíveis. Vale lembrar que muitas vezes você terá que perder um especial para conseguir alocar outro, pois, os slots não são muitos.

Os atributos podem ser melhorados com alimentação especial para familiares, estas,  podem ser encontradas pelo mundo, compradas ou fabricadas no caldeirão do Gênio dentro do menu. Os ingredientes é que são a dor de cabeça no game. Alguns tem que ser roubados em batalha, outros encontrados no mundo, outros tem que ser fabricados, alguns os inimigos deixam cair ou em recompensas de quests. No caldeirão é possível criar armas, armaduras, acessórios, poções e alimento para familiares. A lista é grande e os ingredientes são difíceis e muitas vezes você desiste de criar por ser muito sacal esperar que um inimigo resolva “dropar” o item. Depois de virar o game surge as versões douradas de alguns familiares e até agora uma nova espécie.
A história não podia ser melhor, com diversas reviravoltas e fins que não são fins mas o começo de outra quest maior. Não sei se o fim do game é realmente só o que vi, pois, o pos-ending está trazendo mais histórias complementares como do fantasma Horace e dos Cavaleiros guardiães e seus robôs. Após as batalhas contra os chefes finais você melhora sua varinha mágica, ganha novas magias e acessórios. Infelizmente ainda não consegui completar o livro de magia. Deve haver muitas “tretas” me esperando. O mais legal é que o mundo agora está completo, com lugares novos liberados (caverna perto de Din Dong Dell, Castelo da Brucha Branca, Navio voador de Kublai, Miasma Marshes e o castelo Shadar.

O grupo aumenta (algo muito bom) depois das finaleiras, claro que fiquei pensando no objetivo disto. Foi então que o pos-ending respondeu. Tem muitaaaaaa coisa para ser feita ainda.

Ainda estou completando quests com estampas para liberar a última recompensa especial. Após o fim do jogo, o mundo se desestabiliza e falhas caóticas surgem e todos os Bosses retornam em uma forma mais forte. Depois de enfrentar todos ainda existe um novo segredo atrás da porta do Conductor (o coelho). Como podem ver ainda tem pano pra manga. Apesar de tradicional baseado em JRPG eu recomendo pelo história, gráfico e diversidade de lugares e quests. Vale ressaltar que ainda estou no nível B da arena e com apenas 128 familiares capturados. Acho que o fim real do game está atrás da tal porta. Não fui atrás de detonados e nem vídeos do YouTube para nada relacionado a esta quest gigantesca, pois, quero sentir o sabor da conquista na unha, kkkk.

Meu próximo objetivo será: Kingdoms of Amalur: Reckoning do Xbox 360 (depois de abrir a maldita porta do coelho é claro).

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