Como o Pokémon Go ajuda a explicar por que o Brasil é um país pobre!

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Você certamente já ouviu falar em Pokémon Go. O aplicativo é uma febre ao redor do mundo desde que foi lançado há poucos dias. Nos Estados Unidos, logo na primeira semana no ar, 20% dos usuários de Android já estavam apertando seus dedos no jogo. Segundo uma análise de comportamento de uma empresa de consultoria, à exceção de funções de sistema, como abrir a tela inicial ou discar um número qualquer, nesse curto intervalo de tempo o Pokémon GO se tornou a quarta atividade mais realizada em smarts Android nos EUA, atrás apenas do uso do Facebook, das buscas no Google e do uso da agenda de contatos. Um fenômeno.

O que talvez você não tenha se dado conta ainda, por mais óbvia que essa frase soe, é que o Pokemon Go não é um mero acaso do nosso tempo – ele é fruto de uma complexa divisão de trabalho, de um processo evolutivo que demandou o uso de incontáveis cérebros humanos, num sistema econômico construído a partir da propriedade privada, do preço e da competição, que você provavelmente conhece como capitalismo. Foi toda essa combinação que possibilitou a ascensão das redes sociais, massificou os notebooks, fez explodir o número de aparelhos celulares no mundo e agora permite que você saia por aí caçando Pokémon pela rua.

Todo esse processo é responsável por boa parte das coisas que fazem sentido e dão graça na sua vida. Foi ele quem criou condições para o surgimento do Netflix, do Uber, da Apple, da HBO, do Spotify, da Marvel, do Facebook. Sem ele, não é como se você simplesmente não tivesse acesso a um iPhone ou a uma televisão de plasma de cinquenta polegadas – você dificilmente assistiria algo como Game of Thrones, Harry Potter, The Avengers, House of Cards, aquele anime japonês ou a final da Champions League. E isso pra não falar das chances de você acompanhar o dia a dia do seu músico favorito ou viajar de forma tão rápida pra conhecer outros países nas férias.

Essa mágica é um fenômeno presente na sua vida de diferentes maneiras, do momento em que você acorda até a hora que você dorme. Mas se você reparou no parágrafo anterior, já deve ter sacado que parece ter algo estranho com ela – boa parte dos exemplos citados nasceram nos mesmos cantos do mundo. Há alguma razão pra isso?

Leia o texto na íntegra neste ótimo site: SPOTNIKS

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