UM PAPO SEM INTENÇÕES A RESPEITO DE RPGS DE CONSOLE PARTE 5

* Não é lista de TOP 10

* Não é crítica de jogos

* Não é detonado

* Não é Review

* Apenas um papo sobre games de consoles

Jogando Skyrim há mais de 66 horas confesso e reconheço que não levava fé apesar das críticas. Bati de cara na porta e bem forte. O RPG é simplesmente supremo e viciante e tende ao infinito (tenho pouco tempo para desfrutá-lo por dia) com seu mapa repleto de susrpresas em cada canto. Skyrim não é formado por aquelas quests babacas e nem por poucas. Este RPG tem toneladas e mais toneladas de quests divididas em principais, normais mas não principais  e secundárias. Você tem missões épicas nas principais, missões normais e algumas até convencionais nas não principais e uma salada de missões nas secundárias. Existe misturas de quests tradicionais dos MMORPGs até mais elaboradas dentro do contexto do game. Isto tudo significa que você não vai enjoar, ou pelo menos não tão cedo.

O legal é explorar cada canto atrás de cavernas, ordens, presídios, templos, fortes, vilas, castelos entre outros. Fazer esta exploração é viciante e é muito difícil de parar. Existe tanta coisa para ser explorada que a aventura principal é muitas vezes lembrada por acaso. Tudo pode ser melhorado, armas, armaduras, atributos, magia, habilidade, beleza (sim existe a opção de operação plástica). O roteiro é muito bom, os combates às vezes são meio “capengas” como em Fallout 3 e New Vegas, os gráficos são bonitos, mas os personagens são meio plásticos, sem humanidade. Outro fator ruim é o casamento, a sua esposa não troca de roupa (ela poderia trocar ao receber uma nova, como os filhos adotados), os filhos são adotados e as relações humanas/sociais são bem “duras”também”. O resto que é 99% do jogo não pode ser discutido por este que vos fala.

Os terrenos são muito variados (poderia ter alguma penalidade ou reação), o mapa é muito grande e assim como em Fallout 3 e New Vegas você pode usar uma viagem rápida para uma localidade já encontrada. O clima é fantástico, algo difícil de ser ver em um game de RPG desta geração.Outros jogos possuem esta variação associado ao local, mas Skyrim mostra variações de tempo em uma mesma localidade. Algo 1000x melhor que FFXII nos trouxe na sua época. Você ainda pode nadar, passar por entradas pequenas, usar tochas para iluminação, minerar, fundir, criar poções, encantar, esmirilhar, montar e desmontar, montar em cavalos, comprar cavalos e parece que montar em dragões, comprar uma casa, constituir família, fora, o que ainda não testemunhei com minhas “chinelas” 66 horas.

Para quem gosta de história, existem sei lá quantos livros espalhados que podem lhe liberar novas localidades (podem ser liberadas conversando, lendo mapas ou ouvindo conversas) ou podem melhorar suas habilidades. O sistema de evolução é bem legal e torna o personagem mais crível por não ser um mega soldado. Morrer é algo bem comum (ao menos para este noob) e alternar os meios para se vencer um inimigo é muito legal. As parcerias poderiam ter mais opções como em New Vegas mas é o de menos, quase todas são interessantes cada qual com suas características e personalidades (nada como em Dragon Age II ou Dragons Dogma) que tornam a parceria um(a) amigo (a) e um(a) guerreiro(a) de campanha pela qual nos ligamos de uma forma diferente dos outros RPGs.

Os poderes oriundos das paredes sercretas que mais tarde devem ser  acionadas com o poder dos dragões é muito interessante e acaba te obrigando a correr atrás de mais criaturas e explorar tudo para encontrar mais palavras mágicas. Os sistemas de escolhas e repercusão das mesmas é tão impolgante quanto Mass Effect 1 e 2 e Fallout 3 e New Vegas. Nestes games suas escolhas realmente modificam o que estar por vir e toda a sua convivência no mundo.

Se você pensa que se trata de mais um RPG cretino no mercado, experiemente, jogue duas “horinhas” e sinta o poder do game. Seu próximo passo vai ser conseguir parar de jogar.

Vamos tentar o “novo” Dragons Dogma na próxima

Até mais.